sábado, 18 de maio de 2013

12º Companhia de Engenharia de Combate Leve Aeromóvel - Boats Operation


sexta-feira, 17 de maio de 2013

Pontes Indestrutíveis

A Balsa de Medusa


Antes do Titanic, houve um naufrágio que, tragicamente, entrou para os anais dos grandes desastres marítimos.
Foi a notícia mais terrível de 1816: a fragata Medusa naufragara quase no fim da sua viagem entre a França e o Senegal.

A tragédia, ocorrida na ensolarada manhã de 2 de julho, deveu-se à superlota­ção e à imperícia do Comandante Hugues Chaumareys, um protegi­do de Luís XVIII, rei da França.
Sabe-se que aproximadamente quatrocentos passageiros estavam à bordo, na então considerada a mais rápida e moderna embarcação de todos os tempos.

As 147 pessoas que não conseguiram lugar no botes salva-vidas amontoaram-se em uma pequena jangada construída precariamente com tábuas, cordas e partes do mastro no qual ainda tremulavam pedaços da vela.

Chamaram-na "A balsa da Medusa".

Esfomeados, esquecidos e sem água para beber, muitos brigaram por um único pacote de biscoitos.
Na escuridão da primeira noite, vinte dos que se equilibravam nas bordas da jangada desapareceram no oceano.
No segundo dia, 65 dos sobreviventes foram mortos a tiros pelos oficiais: aparentemente haviam enlouquecido e, furio­sos, tentaram destruir a jangada.

Dentre os náufragos famintos, desidratados e queimados pelo sol, estava o médico Jean-Baptiste Henry Savigny, que assumiu a liderança dos desesperados e, de imediato, mandou que to­dos bebessem água do mar diluída com urina, para diminuir os efeitos da desidratação.

O Dr. Savigny começou, então, a dissecar os corpos dos que iam morrendo e a dependurar as tiras de carne para secar ao sol e depois serem consumidas como alimento.
O tabu do canibalismo desfez-se como nas palavras de Dante, no canto XXXIII do Inferno, ao descrever a cena em que o Conde Ugolino, preso numa torre, com os seus filhos pequenos e sem alimento, tentou manter-se vivo comendo a carne dos que haviam morrido: “Dois dias após a sua morte ainda os chorava, depois a fome foi mais forte do que o luto.”

Decorridos 13 dias à deriva, os quinze sobreviventes restantes da “Balsa da Medusa” foram resgatados pelo Argus, um pequeno navio mercante.

Inspirado nas narrativas dos sobreviventes da “Balsa da Medusa”, o pintor francês Théodore Géricault (1791-1824), pintou, em 18 meses de trabalho ininterrupto, o que veio a ser a sua obra prima, em óleo sobre tela: “A balsa da Medusa.”



Balsa da Medusa, de Théodore Géricault

Sistema Anfíbio de Ponte e Portada M3 demonstra emprego dual do equipamento em Cachoeira do Sul: Defesa Civil e Operações Militares

No dia 15 de maio de 2013, no 3º Batalhão de Engenharia de Combate, na cidade de Cachoeira do Sul, estado do Rio Grande do Sul, no Brasil foi demonstrada a Portada Anfíbia M3, trazida ao País pela Empresa General Dynamics.

O evento foi conduzido exemplarmente pelo Cel Ronaldo Brancalione, excelente anfitrião de todas as comitivas do Comando Militar do Sul. Todas as organizações militares de Engenharia da Região Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) estavam presentes ao evento. Destaca-se também a digna e honrosa comitiva do Batalhão de Engenheiros Província de São Pedro. Foi um momento que encontramos a Reserva Ativa da Engenharia, os excelentes amigos, os líderes comandantes de ontem e de hoje, as competências que brilhantemente honram a Arma Azul Turqueza.

A tripulação da Portada Anfíbia M3 foi liderada pelo Ten Mueller, competente e experiente oficial, subcomandante da Companhia Anfíbia M3, do 130º Batalhão Anfíbio de Engenharia (Pioneer Battalion 130) da República da Alemanha, localizado na cidade de Minden (North Rhine - Westphalia), onde as Viaturas Anfíbias estão sediadas. A organização militar pertence a 100th Pioneer Brigade.
Trata-se de um oficial que iniciou sua vida de Pontoneiro como soldado, prosseguiu como cabo, atingiu a graduação de sargento e posteriormente tornou-se oficial Pontoneiro. Todos esses anos na operação e manutenção da Companhia Anfíbia M3 do Exército Alemão. Competência é a palavra maior deste Pontoneiro, com letras maiúsculas, que adora o trabalho que faz.

A imprensa esteve presente por intermédio do Jornal do Povo de Cachoeira do Sul e também do Jornal Zero Hora, de Porto Alegre. A Seção de Comunicação Social do Comando Militar do Sul também cobriu o evento.

Por volta do meio da manhã, com a chegada da ilustre comitiva do Batalhão de Engenheiros Província de São Pedro, o Chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Sul, Exmo Senhor General Velozo, autorizou o início da demonstração. Destaca-se também a presença do General Comandante da 6ª Brigada de Infantaria Blindada, Exmo Senhor General Glaucio e do representante da 6ª Divisão de Exército, Coronel Mazzaferro. Neste momento foi iniciada a demonstração da primeira viatura que realizou os movimentos básicos:

- Number 1: arriamento da seção frontal;
- Number 2: arriamento da seção traseira;
- Number 3: arriamento da Viatura Anfíbia M3;
- Number 4: basculamento lateral.

Posteriormente a primeira viatura, com laterais abertas (basculadas - open), realizou o movimento Number 5: entrada na água. Logo após, a segunda viatura realizou a entrada na água com laterais fechadas (não basculadas - closed).

No Rio Jacuí, as Viaturas Anfíbias M3 realizaram o acoplamento formando uma Portada Anfíbia M3, utilizando o sistema de conexão fechado (closed). Isto significa que entre as duas viaturas não foi colocado nenhum painel. Desta forma, o acoplamento fechado é mais rápido que o acoplamento aberto.No acoplamento aberto são colocados painéis intermediários entre as viaturas.

Logo a seguir, a Portada Anfíbia M3 realizou a atracação às margens e foi embarcada uma Viatura Blindada de Combate Leopard 1A5 BR e realizada a navegação fluvial com o Carro de Combate (CC).

Desembarcado o CC, embarcou-se uma Viatura Pick Up, modelo semelhante utilizado pela Defesa Civil do Brasil, carregada com medicamentos. Foi realizada a navegação com a referida viatura e os medicamentos foram desembarcados com o guindaste da Viatura Anfíbia M3, que possui capacidade para 1000 Kg.

Posteriormente, uma Viatura Ambulância Operacional foi embarcada e realizou-se a navegação fluvial. Todos os eventos de apoio a Defesa Civil, inclusive a utilização de ambulância foi caracterizado de êxito demonstrando a plena capacidade de utilização da Portada Anfíbia M3 ou da Ponte Anfíbia M3 como suporte às Operações de Apoio a Defesa Civil do Brasil.

No decorrer da demonstração, oficiais e praças, após colocarem os coletes salva-vidas, realizaram a navegação no Rio Jacuí embarcados na Portada Anfíbia M3, nas proximidades da eclusa da Barragem do Fandango, onde a corrente possui maior velocidade. 

Todos os movimentos da Portada Anfíbia M3, foram cuidadosamente acompanhados por quatro equipes de segurança fluvial, onde três botes pneumáticos e uma embarcação de manobra Schottel  M3 vigiavam de perto as evoluções do meio descontínuo no Rio Jacuí, para qualquer necessidade de socorro imediato. Também estavam presentes equipes de socorro médico de emergência e ambulâncias para as evacuações necessárias.

O evento foi cuidadosamente encerrado com o almoço a todos os integrantes das comitivas no Centro de Tradições Gaúchas Pontoneiros do Jacuí, onde o Coronel Brancalione agradeceu a feliz presença de todos.

Neste momento único, por mais uma vez, pude ouvir as sábias palavras de Engenheiros, mais Ativos que nunca, tais como o General Longo, General Soares, General Calazans, Coronel Camargo Pedroso, Coronel Álvaro e Coronel Malan, entre tantos outros que encontramos na agradável e feliz atividade. 

Destaco também o encontro com os comandantes e amigos Coronel Brancalione (3º BECmb), Coronel Camilo (10ª BEC), Coronel Louzeiro (6º BECmb), Coronel Carli (12º BECmb Bld), Coronel Edilson (5º BECmb Bld), Major Lorenzoni (3ª CiaECmb Mec) , Major Nogueira (1ª CiaECmb Mec), Major Figueiredo (2ª CiaECmb Mec), Major Bertonny (15ª CiaECmb) e outros oficias e praças que nos honram com amizade.

Mais um evento realizado de forma extraordinária pela Engenharia do Exército Brasileiro, onde todos fizemos o que gostamos e estamos fraternalmente unidos no ideal de:

- Ao Braço Firme!!
- Avante Remar!!


Viatura Anfíbia M3 entrando no Rio Jacuí



Portada Anfíbia M3 - Navegação CC Leopardo BR


Portada Anfíbia M3 - Navegação Ambulância Operacional



Parte dos Oficiais e Praças presentes



Portada Anfíbia M3 - Técnicos da General Dynamics



Portada Anfíbia M3 - Reserva Ativa de Cachoeira do Sul



Portada Anfíbia M3 - Navegação Pick Up 
Modelo Defesa Civil com carga de medicamentos


Portada Anfíbia M3



Portada Anfíbia M3 - Tripulação
 do Exército da Alemanha -
Pioneer Battalion 130



Portada Anfíbia M3 - Coronel Camargo Pedroso


Portada Anfíbia M3 - Coronel Malan



Portada Anfíbia M3 - General Calazans
 e Coronel Álvaro




Portada Anfíbia M3 - Chefe do Estado-Maior
 do CMS e Cmt da 6º Bda Inf Bld


Portada Anfíbia M3 - General Longo, 
General Calazans e Cap Naujorks



Portada Anfíbia M3 - Nobre Engenharia



Portada Anfíbia M3 - Reserva Ativa


Portada Anfíbia M3 - Reserva Ativa


Portada Anfíbia M3 - General Longo e General Calazans






Sistema Anfibio de Ponte e Portada M3. no Lago Paranoa em Brasilia possui emprego dual em Defesa Civil e Operacoes Militares TV Verde Oliva

domingo, 12 de maio de 2013

502nd Multi Role Bridge Company










FORT KNOX, Ky. (April 25, 2013 ) -- The 502nd Multi Role Bridge Company lived up to its name last week with an assault river crossing exercise that included a zodiac assault mission, air assault sling loads and construction of a seven-float improved ribbon bridge raft.


The exercise was conducted at Pilcher's Landing, where Fort Knox abuts the busy Ohio River, explained Capt. Arthur Athens, the 502nd company commander. The first order of business was to secure the far shore from hostile (or enemy) forces that controlled the exit bank objective that must be secure in order to emplace the bridge. Since the Army can't close the river to traffic, the "far side" was actually a site further down river, but still on the installation training area rather than on the opposite river bank which would be Indiana. 



Working around the barges that ply the waterways, the assault team loaded onto small rubber rafts -- called Zodiacs --- that carried them downstream. They disembarked for the foray into the "enemy" territory, where the opposition forces, known as OPFOR, had been waiting since the early morning, according to Athens.



Spc. Alexander Dreher was on the assault team. He's been assigned to the 502nd for about six months, and came to Fort Knox from a sapper unit, where assault training was a fairly common drill.



"We split up into two groups; one engaged the OPFOR frontally and the other flanked them," he said. "We took a few 'casualties,' but we secured the area."



The noncommissioned officer in charge of the bridge build, Sgt. Klysta Moore, explained in a real combat situation, the assault team's job is critical. They provide the safety to allow the other Soldiers to build the bridge, which is essentially a very large raft.



Moore said the training, while more of a "sustainment" exercise for many, was a first for many
of the junior Soldiers who haven't been with the 19th long.



Once both "shores" are secure, the bridge building can begin, she said.



This exercise called for the bridge components, which are called improved ribbon bays and ramps, to be sling loaded and transported to the river site by Chinook helicopters. The incoming helicopters were guided by a Soldier stationed on a bridge erection boat. Using hand signals, VS-17 panels and SINGAR radios, the Soldier indicated when the chopper crew should drop the load and the bays plunked down in the river.



Soldiers on the bridge team were ferried on a bridge erection boat to retrieve the bay bobbing in the water. Once the sling was removed the bay sprang open transforming from its compact travel shape, similar to a large letter W, to a flat floating raft. The bridge team scrambled from their boat to the bay to secure fittings then the bridge erection boats pushed the bays into position.



The exercise was repeated numerous times, retrieving bays, pushing them into position where they were securely linked until the seven bays formed a floating bridge raft, or Improved Ribbon Bridge in military parlance.



"The overall training was incredibly valuable for the 502nd and the battalion as a whole," said Lt. Col. John Lloyd, commander of the 19th Engineer Battalion. "At the battalion level, it trained my staff to conduct mission command during an assault river crossing. River crossing and specifically rafting operations are inherently dangerous missions, but when you add the complexity of sling loading in the boats and bays, it certainly increases.



"I think training on this (Mission Essential Task List) is crucial, not only for the 19th, but it also provides the 18th Airborne Corps (the parent unit of the 20th Engineer Brigade, to which the 19th belongs) and the Army a critical capability. We must be able to assist the follow-on forces to an initial forced entry operation the ability to cross both wet and dry gaps to expand the lodgment and allow those follow-on forces to maneuver against an enemy force," he added.

200th En Co Multi-Role Bridge Company

"Here are some more photos of our Roe-Jensen Bridge build up in the Kunar Prov of Afghanistan in Aug.  We are the 200th En Co (MRBC) Multi-Role Bridge Company out of South Dakota.  We are a National Guard Unit.  The old Afghanistan bridge washed away in the middle of the night and we got a call to come replace it with a Maybe Johnson Bridge.  It was a 14 bay bridge with 9 bays of nose, it took roughly 96 hours to build.  The Memorial pic was from the COP Honaker-Miracle where we stayed at during our mission up north." Thanks Justin and your team for sending these in.



user engineer 920 4 User submit from Justin and the 200th En Co (MRBC) Multi Role Bridge Company (28 HQ Photos)



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user engineer 920 15 User submit from Justin and the 200th En Co (MRBC) Multi Role Bridge Company (28 HQ Photos)



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sábado, 11 de maio de 2013

23ª Companhia de Engenharia de Combate


















5º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado

3º Batalhão de Engenharia de Combate

7º Batalhão de Engenharia de Combate

6º Batalhão de Engenharia de Combate

2ª Companhia de Engenharia de Combate Mecanizada

Engenharia de Combate do Corpo de Fuzileiros Navais na Antártida











Um destacamento com 12 engenheiros de combate do Batalhão de Engenharia de Fuzileiros Navais (BtlEngFuzNav) estão, desde 28 de outubro, no Continente Antártico, apoiando ao desmonte da Estação Antártica Comandante Ferraz.

       O emprego dos equipamentos de engenharia, escavadeira hidráulica, pá carregadeira e trator de lâmina D6, tem por finalidade a retirada da neve, a limpeza da área de operação e o desmonte das estruturas. Com competência técnica, profissionalismo e dedicação, está sendo possível executar o desmonte de maneira eficaz e em tempo consideravelmente inferior ao inicialmente previsto. Na bagagem dos militares, mais do que histórias e experiências da “terra do gelo”, estará o sentimento do dever cumprido, relembrado pelo lema da Engenharia: “Construir, às vezes destruir, mas sempre apoiar”.

12º Batalhão de Engenharia de Combate


Bailey Bridge

Engenharia de Combate - Exposição na Base Aérea de Taubaté