sábado, 19 de maio de 2012

Stavba pontonového mostu - ženisté AČR zkrátka umí

Stavba pontonového mostu - Construction of Pontoon Bridge by Czech Army

MT-55A deploying of the bridge

bridge layer tank

M41A3 Bulldog Tank Crossing Bridge

Bridge tank MT-55A

Czech bridge carrier PM-50

Czech bridge layer AM-50

Tatra 813 pokladá most

POŽÁRY.cz: Tatra 813 8x8 AM-50 HZS ČR

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Tatra 813 AM-50 start

Tatra 813 AM - 50 (czech bridge layer)

FV4205 Chieftain Armoured Vehicle-Launched Bridge (AVLB)

Loading a Flatrack Bridge System - The ERE S80T Portable Bridge System

ВТТВ-Омск'2003. Полигон. Мостоукладчик МТУ-90.

MTU-72 Armoured Vehicle Launch Bridge

橋桁を回収する91式戦車橋 JGSDF Type 91 AVLB

Brückenleger/ bridge layer M48 AVLB in scale 1/16th

M104 Wolverine Heavy Assault Bridge

Alvis Stalwart

PTS 10 PROFÍK NA VODU

Mabey Uniflote System


Mabey Uniflote System (United Kingdom), Tactical Floating Bridges and Ferries

Development 
The Mabey Bridge Limited (previously Mabey & Johnson) Uniflote was conceived in the late 1950s as a flotation system based on unit construction principles, in which identical flotation units can be assembled together to form rafts of various load-carrying capacities, as well as pontoon bridges.The Uniflote has been supplied to numerous military forces for use as a floating bridge, ship-to-shore causeway, jetty and as vehicle and personnel rafts. It has also been widely used for civil purposes such as landing stages, roll-on roll-off terminals and temporary applications to carry land-based plant such as cranes, excavators and pile-driving equipment for marine works.

Description 
The Mabey Uniflote was conceived as a flotation system based on unit construction principles, in which identical flotation units can be assembled together to form rafts of various load-carrying capacities, as well as pontoon bridges. All Uniflote equipment can be carried on standard military or commercial vehicles and if necessary can be skidded into the water. Assembly in the water is accomplished by a maximum of four personnel and the units are held together by locking pins inserted in the couplers.The standard Uniflote is 5.283 m long, 2.438 m wide and 1.219 m deep. It is a structural steel-framed unit of all-welded construction with 4 mm skin-plates welded to the frame. Two internal watertight bulkheads are incorporated to provide three watertight compartments, each with a watertight hatch. Individual compartments in the flotation units can be flooded or emptied by compressed air. Under a load of 9,000 kg, each Uniflote maintains a freeboard in the region of 230 mm. Couplers are placed so that Uniflotes can be joined end to end, side to side and end to side. Steel gunwales are provided along the side of the Uniflote and are drilled allowing sample saddles to be fitted. The couplers allow for the transmission of loads throughout a Uniflote raft. Concentrated loads can be applied to the gunwales through saddle attachments. Runners are attached to the bottom to assist in skidding operations on shore and four lifting shackles are fitted. The Uniflote is also available in a 1.828 m deep version.

The complete article appears in the following publication:
Publication TitleJane's Military Vehicles and Logistics
Publication dateMar 25, 2011
SectionTactical floating bridges and ferries
Publication synopsisJane's Military Vehicles and Logistics will support your market research and assist you in appraising the world's military vehicles and logistic equipment. Details on developments, technical descriptions, main variants, specifications and current status will enable you to conduct independent comparisons and evaluations, while updated photographs will aid your recognition. In addition, Jane's Military Vehicles and Logistics also includes manufacturer details and authoritative country inventories to support your procurement and business development.
Key contents include
  • Transport vehicles
  • Armoured engineer vehicles
  • Recovery vehicles and equipment
  • Bridging systems (mechanised, floating and non-floating, and bridging boats)
  • Mine warfare equipment
  • Miscellaneous logistic equipment
  • Suppliers
  • Inventories
  • Manufacturers index
Different sections provide in-depth detail covering
  • All-Terrain Carriers And Prime Movers
  • Amphibians
  • Analysis
  • Armoured Engineer Vehicles
  • Armoured Recovery Vehicles
  • Armoured Repair Vehicles
  • Bridging Boats
  • Bulk Fuel Storage And Distribution Systems
  • Camouflage Equipment And Decoys
  • Field Fortifications And Related Emplacements Equipment
  • Glossary
  • Heavy Equipment Transporters
  • Inventory
  • Light Vehicles
  • Materials Handling Equipment
  • Mechanised Bridges
  • Mine Warfare Equipment
  • Mines
  • Other Equipment
  • Portable Roadways
  • Rapid Runway Repair Equipment/Portable Runways
  • Recovery Equipment
  • Recovery Vehicles
  • Shelters And Containers
  • Special Attack Vehicles
  • Tactical (Non-Floating) And Line Of Communication Bridges
  • Tactical Floating Bridges And Ferries
  • Trailers
  • Trucks
  • Vehicle Bodies
  • Water Supplies

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Empresas buscam engenheiros de elite no Exército



Fonte: iG


Foi no Exército que o engenheiro de telecomunicações Luiz Peres, 33, dedicou a maior parte de sua formação profissional. Entrou como cadete da Escola Preparatória e formou-se no Instituto Militar de Engenharia (IME). Chegou à patente de capitão, com atuação no gerenciamento de redes em projetos de telecomunicações do Exército.

Em 2008, no entanto, Peres deixou os 13 anos de farda para dedicar-se ao mundo corporativo. Mais que a proposta financeira do grupo português Metacordex – cerca de 60% maior que os soldo do Exército –, o que atraiu o engenheiro foi a possibilidade de exercer um cargo gerencial, algo que ele demoraria mais alguns anos para conquistar na carreira militar. “Na Força, eu não tinha tanto potencial de crescimento quando no mercado, aqui fora”, diz.
A escolha de Luiz Peres não é solitária. Na turma dele, que concluiu o curso em 2004, foram formados 39 engenheiros. “Mais da metade seguiu carreira militar quando completamos o curso, e o restante já saiu como civil”, afirma. “Dos militares que seguiram, cerca de um terço também já foi para a vida civil.”


Segundo o Centro de Comunicação Social do Exército, a evasão de engenheiros militares chegou a 173 oficiais nos últimos cinco anos, “um número coerente com a série histórica”, de acordo com a entidade. “Entendemos como normal esta situação, haja vista o anseio natural por melhores condições salariais”, disse o Exército, em nota ao iG.

Profissionais disciplinados
Com a demanda crescente por mão-de-obra qualificada em engenharia, as empresas encontraram no Exército uma boa alternativa para o recrutamento de profissionais. Além de a proposta financeira geralmente ser facilmente compensadora, a iniciativa privada encontra nos militares uma boa formação acadêmica, além de profissionais disciplinados, o que facilita a inserção dos funcionários em posições estratégicas.

“As universidades militares estão na lista das instituições de ensino de primeira linha”, diz Carina Budin, diretora da regional São Paulo Interior da Asap, empresa de recrutamento de mão-de-obra especializada. “Elas ainda contam com a questão da disciplina e o trabalho comportamental bem feito.”
Carina afirma que os profissionais formados pelo Exército têm sido atraídos pelo perfil de desenvolvimento da carreira no mundo corporativo. “A carreira militar é bastante morosa, embora ofereça segurança do emprego”, afirma. “No mundo corporativo, a meritocracia é muito grande, se ele tiver bom desempenho, terá salários maiores. Além disso, estamos falando de uma geração muito imediatista.”
André Gustavo Albuquerque, 37 anos, também deixou a estabilidade da carreira militar para buscar ganhos financeiros mais atraentes no mercado corporativo. Formado pelo IME em 1995, ele viu em um concurso público a porta para deixar as Forças Armadas. “Na época em que eu me formei, quem passasse em concurso público podia sair do Exército sem ter custos", diz. "Foi o que fiz.”
Ex-primeiro tenente do Exército, Albuquerque trabalha atualmente na Cisco, gigante multinacional em soluções para redes e comunicações. “Para alunos que estão se formando agora, há uma procura muito grande de empresas não só de engenharia como da área financeira. O curso do IME é muito bem avaliado pelo mercado”, afirma.
Segundo números da Asap, entre 2009 e 2010, a demanda por engenheiros cresceu 51% em todo o País. De todas as contratações intermediadas pela empresa na região da Grande São Paulo e interior paulista, 49% eram por engenheiros.

Demanda por engenheiros
A escassez de mão-de-obra especializada na Engenharia gera números preocupantes. Dados do Conselho Federal de Engenharia Arquitetura e Agronomia (Confea) mostram que o País conta com aproximadamente 712,4 mil engenheiros. Um estudo do Confederação Nacional da Indústria (CNI) diz que o Brasil deveria formar 60 mil profissionais por ano para atender toda a demanda. Hoje, são formados cerca de 32 mil engenheiros por ano.

Outro estudo, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mostra que, se a economia tiver um crescimento médio de 3,5% ao ano, o estoque de profissionais não será suficiente para atender a demanda já em 2015. Vale lembrar que, no ano passado, o PIB cresceu cerca de 7%. Com a Copa do Mundo, em 2014, e os Jogos Olímpicos, em 2016, a busca por engenheiros fica ainda maior.
Carina Budin diz que a tendência é que as empresas aumentem a busca por profissionais das Forças Armadas. "O Exército é um celeiro de talentos e as companhias não vão ignorar esse fato nos próximos anos."