segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Exército apreende submarino artesanal do tráfico na Colômbia




Colômbia encontra submarino de narcotraficantes no litoral.
O

O submarino, que estava pronto para realizar sua primeira viagem, foi descoberto no último domingo, na zona rural de Timbiqui.
Um submarino com capacidade de carga de oito toneladas e autonomia de navegação da Colômbia até o México (trecho sem necessidade de reabastecimento) foi achado no litoral colombiano no oceano Pacífico, informou nesta segunda-feira o Exército do país. De acordo com o chefe do comando conjunto pacífico, general Jaime Herazo, o aparelho "pertencia a grupos do narcotráfico unidos a narcoterroristas".

O submarino, que estava pronto para realizar sua primeira viagem, foi encontrado no último domingo, na zona rural de Timbiqui, localidade do departamento do Cauca. A descoberta ocorreu durante uma missão conjunta da Marinha, da Força Aérea Colombiana (FAC) e da Procuradoria Geral. Dentro do aparelho, havia um computador, dois fuzis e munição.

Segundo Herazo, é o primeiro submarino confiscado no país. O general esclareceu que os aparatos de mesma natureza interceptados no passado eram semi-submersíveis, ou seja, navegam quase na superfície. “Este submarino pode submergir até nove metros", informou. O aparelho foi fabricado em fibra de vidro e conta com "toda a tecnologia, incluindo um telescópio.”

O militar, que viajou ao local da descoberta com um grupo de jornalistas, informou que o submarino vale 2,12 milhões de dólares. O general não identificou os possíveis proprietários do aparelho, mas indicou que "pertence a grupos do narcotráfico unidos a narcoterroristas, que receberam um duro golpe.”



Exército lança ponte em Sumidouro (RJ)

O Exército Brasileiro continua apoiando a fase de recuperação da mobilidade da população afetada pelas enchentes da região serrana do Rio de Janeiro, por meios dos trabalhos de lançamento de pontes.
O Batalhão-Escola de Engenharia (BEsE) concluiu o lançamento da uma Ponte Bailey Tipo Dupla-Simples, de 25 metros, sobre o Rio Paquequer, na localidade de Caramandu, no município de Sumidouro (RJ).
Por meio dessa equipagem, montada para suportar até 25 toneladas de carga sobre o seu piso, foi reestabelecida a ligação de importante área agrícola com as demais localidades da região. A equipagem permanecerá no local até que as obras de recuperação da ponte, destruída pela enchente, sejam concluídas.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Engenheiros do Exército Brasileiro instalam ponte provisória em Tomazina, no norte do Estado do Paraná






Uma ponte metálica está sendo instalada provisoriamente em Tomazina, no norte do Paraná, como solução emergencial após a queda da ponte sobre o Rio das Cinzas, por conta dos temporais que atingiram a região.

A montagem deve ser concluída até o fim de semana. A instalação da ponte na Rodovia PRC-272 será feita pelos Engenheiros do Exército, a pedido do governo do Paraná, e ficará no local por cerca de 30 dias, enquanto engenheiros do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) trabalham na contratação de uma empresa para corrigir os problemas estruturais da ponte

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Um excelente exemplo: São Gabriel agora tem SAMU em ação

Equipe responsável pelo atendimento do SAMU,
em operação na comunidade


Finalmente São Gabriel tem o Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (SAMU/Salvar) em funcionamento para a comunidade. A entrega aconteceu na manhã desta segunda-feira (7 de fevereiro de 20111), no pátio da Prefeitura Municipal, assim como apresentada a equipe de profissionais médicos e motoristas que vão atuar no serviço.

O serviço ficará sob responsabilidade da Santa Casa de Caridade, que receberá um repasse mensal de R$ 63 mil para sua operação. A Prefeitura fará o custeio do serviço.
O SAMU, que tem em São Gabriel uma das poucas cidades na Metade Sul como base, é acionado para casos graves e socorro imediato, pelo telefone 192, 24 horas por dia.
Um aviso: usem com responsabilidade, para que a comunidade não saia prejudicada.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Museu Gaúcho da Força Expedicionária Brasileira (FEB), situado em São Gabriel, no Rio Grande do Sul

Venha visitar e prestigiar.

Livro sobre a Força Expedicionária Brasileira - FEB


Uma boa surpresa da editora britânica Osprey Publishing para lançamento no mês de março de 2011 é "Brazilian Expeditionary Force in World War II", dos autores César Campiani Maximiano e Ricardo Bonalume Neto. Enquanto Maximiano é um versado historiador da FEB, tendo escrito quatro livros sobre o tema, Bonalume é jornalista especializado em temáticas militares.

O livro em si é uma obra inédita e há muito tempo necessária. Isso porque virtualmente não há literatura sobre a FEB em inglês, muito menos um livro conciso que lide especificamente com os aspectos militares do envolvimento brasileiro na Segunda Guerra Mundial. Este título tem tudo para - pelo menos começar a - preencher este vácuo. O ilustrador, Ramiro Bujeiro, é um colaborador constante da Osprey, e pode-se esperar bons resultados de seus desenhos.

O conteúdo do livro não discorre somente sobre nossa Divisão de Infantaria Expedicionária, mas também sobre o 1º Grupo de Caça e a 1ª Esquadrilha de Ligação e Observação, fazendo também um apanhado geral sobre a participação brasileira no conflito e a situação político-militar reinante na década de 1930. E claro, há também a seção de análise dos uniformes usados por nossos soldados.
Conforme já se tornou uma prática pela editora Osprey, o livro foi formulado depois de uma pesquisa de intenção de títulos, realizada pela internet em 2009, onde sagrou-se vencedor o tema FEB.

Engenharia do Exército lança ponte em Sumidouro, na Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro

Engenharia do Exército conclui montagem de ponte metálica em zona rural na serra.


A antiga ponte de Sumidouro foi arrastada pelas chuvas de 11 de janeiro. Cerca de 400 famílias permaneciam isoladas.

A Engenharia do Exército concluiu, nesta quinta-feira (3 de fevereiro de 2011), a montagem de uma ponte na zona rural de Sumidouro, na Região Serrana do Rio, onde cerca de 400 famílias permaneciam isoladas desde a tempestade do dia 11 de janeiro. A antiga ponte foi arrastada.


Segundo o Exército, a estrutura metálica foi montada em dois dias, na localidade de Caramandu. A região é uma das principais produtoras de hortigranjeiros do estado e os agricultores já podem voltar a escoar a produção.


Na quarta-feira (2), foi inaugurada a ponte metálica construída pela Engenharia do Exército que dará
acesso ao centro de Bom Jardim, também na Região Serrana.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Passagem de Comando do 6º Batalhão de Engenharia de Combate "Caserna de Bravos"

Desfile do 6º Batalhão de Engenharia de Combate
em continência ao novo comandante


Passagem de Comando da Guarnição Militar Federal de São Gabriel


Inauguração da foto do comandante substituído


Formatura de Passagem de Comando do 6º BECmb



Palavras do Comandante substituído




Passagem de Comando



Cumprimentos do Comandante da 6ª Divisão de Exército




6º Batalhão de Engenharia de Combate "Caserna de Bravos" recebe novo comando

"Caserna de Bravos" recebe novo comando

A tradicional "Caserna de Bravos", como é conhecido o 6° Batalhão de Engenharia e Combate, escreveu mais uma página de sua história no final da tarde de quarta (20). O Tenente-Coronel Paulo César de Paoli assumiu o comando da unidade militar, recebendo o posto do também Tenente-Coronel Amaury Simões Júnior.

A solenidade, realizada no pátio interno da unidade, teve a presença dos Generais do Exército Antônio Amilton Martins Mourão (6ª DE), General Samuel Ricordi (3ª Bda C Mec) e Amir Kurban (Comandante do Instituto Militar de Engenharia, situado no Rio de Janeiro). Antes da formatura oficial, foi feita a passagem de comando da Guarnição Federal de São Gabriel, que passa a ser administrada pelo Tenente-Coronel Ubirajara Brandt Rodrigues.

Em sua despedida, o Coronel Simões agradeceu a todos pela colaboração dada durante sua gestão, e a reciprocidade da comunidade gabrielense. "Não sairá de nossa memória o tempo em que passamos na Campanha gaúcha, e só temos a agradecer o apoio de todos os colegas, comandados e autoridades, enfim, também da comunidade que nos acolheu atenciosamente durante nossa passagem", frisou Simões.

Após, foi oficializada a passagem de comando para Paoli, e a revista da tropa. A solenidade encerrou com o desfile dos grupamentos a pé e motorizados. Paoli já deverá ter um desafio nas próximas semanas, que é de receber os novos militares que irão se preparar para a Força de Paz do Haiti, o que vem ocorrendo na cidade nos últimos anos.

O Prefeito Rossano Gonçalves, presente à solenidade, ressaltou a parceria entre o Executivo e o Exército Brasileiro, que foi constante durante a gestão de Simões na unidade. “O Batalhão tem investido muito na comunidade em todos os setores, e este ato é mais uma página em sua gloriosa história, e terás o apoio necessário para as ações a serem desempenhadas em nossa terra”, salientou o Prefeito, ao dar as boas-vindas a Paoli. Estiveram presentes ainda, autoridades como o Presidente da Câmara de Vereadores, Carlos Alberto MacCord Lannes (Cacaio).
O novo comandante, natural da cidade de Garibaldi, nasceu em 28 de julho de 1965, e ingressou nas fileiras do Exército pela Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em 1986, sendo formado em 1989. Passou pela Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (ESAO), Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, e assumiu a primeira unidade como comandante em Dom Pedrito. É casado com Liliana e tem uma filha, Laura.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

2º Batalhão de Engenharia de Combate embarca material e pessoal para montagem de ponte


2º Batalhão de Engenharia de Combate embarca material e pessoal para montagem de pont

Pindamonhangaba (SP) - O 2º Batalhão de Engenharia de Combate (2º BE Cmb), apoiando as operações da 1ª Divisão de Exército (RJ), que participa , também, da recuperação da mobilidade dos atingidos pela recente enchente da região serrana do Rio de Janeiro, está deslocando uma ponte fixa tipo Bailey para ser instalada conforme necessidade e prioridade dos locais atingidos pela desastre natural.
O comboio de 17 (dezessete) viaturas está conduzindo 112 (cento e doze) militares e equipamento necessário para o lançamento da ponte tipo Bailey dupla-simples de 42 metros de comprimento

Ponte já ajuda a comunidade a retomar sua rotina, diz capitão sobre nova estrutura no Rio

Ponte já ajuda a comunidade a retomar sua rotina, diz capitão sobre nova estrutura no Rio
Em 12 horas, mais de 2,2 mil veículos usaram equipamento montado por militares do RS


Em cerca de 12 horas, mais de 2,2 mil veículos passaram pela nova ponte metálica em Bom Jardim, na região serrana do Rio de Janeiro. A
estrutura foi liberada pelo Exército no final da tarde de ontem e registra fluxo intenso.
Entre 7h30min e 9h de hoje, em média, sete carros trafegam por minuto pela ponte, entre carros, motos, caminhões e linhas de ônibus coletivos e intermunicipais. — A ponte já ajuda a comunidade a retomar sua rotina. É muito gratificante poder contribuir.
Depois dessa catástrofe natural, a cidade de Bom Jardim ficou isolada já que o rio aumentou de maneira assustadora. O acesso de donativos e mantimentos era feito só com helicópteros e balsas improvisadas — comemora o capitão Rafael Farias, do Batalhão Escola de Engenharia, do Rio de Janeiro.No total, 90 militares trabalharam na logística, transporte e montagem da ponte, que levou sete dias. Neste grupo, estavam 43 homens que viajaram do 3º Batalhão de Engenharia de Combate, de Cachoeira do Sul, em um comboio com cinco carretas e dois caminhões. — Serviu como adestramento da nossa tropa.
Com a missão cumprida, os militares devem retornar para o RS, na próxima segunda-feira, deixando o equipamento sob a responsabilidade do Batalhão-Escola de Engenharia, sediado em Santa Cruz, no Rio.A ponte Compact 200 sobre o Rio Grande tem 53 metros de extensão e capacidade para até 30 toneladas. A operação de trânsito é controlada pela Guarda Municipal de Bom Jardim (a velocidade máxima permitida é de 20 km/h).
Doze homens do Exército estão encarregados de fiscalizar as condições do equipamento, que deve permanecer no local até a reconstrução da ponte principal, na RJ-116 — a obra deve durar cerca de seis meses. A estrutura ficou comprometida após as fortes chuvas e as avalanches de terra no último dia 12 de janeiro

Ponte de Equipagem do Exército restabelece ligação entre Teresópolis e Bom Jardim

O Exército liberou no final da tarde desta terça-feira (1º) a ponte metálica ligando Teresópolis a Bom Jardim, na região serrana do Rio. Os dois municípios praticamente ficaram sem interligação por causa da queda de duas pontes de concreto durante as fortes chuvas e as avalanches de terra ocorridas no último dia 12 de janeiro.
A ponte sobre o Rio Grande tem 53 metros de extensão e capacidade para até 30 toneladas. Por causa da fragilidade nas pistas de acesso, que foram carregadas pela correnteza e tiveram que ser refeitas, o limite determinado pelo prefeito de Bom Jardim, Paulo Barros, é de apenas 6 toneladas, o que permite a passagem de carros, caminhões de dois eixos e ônibus.
Desde a queda das pontes de concreto, o percurso dos moradores de Bom Jardim até Teresópolis, onde muitos trabalham, aumentou em quase uma hora. “O mais difícil era socorrer doentes e vítimas dos desabamentos. Eles tinham de vir em uma ambulância e ser carregados nos braços para atravessar uma ponte de madeira. Depois, eram colocados em outra ambulância”, lembrou Jones Pubell, professor em Bom Jardim.
A estrutura metálica veio do município gaúcho de Cachoeira do Sul, em um comboio formado por cinco carretas e dois caminhões. A construção exigiu o trabalho de 90 homens do 3º Batalhão de Engenharia de Combate, do Rio Grande do Sul, e do Batalhão Escola de Engenharia, do Rio de Janeiro
A operação de trânsito na ponte será controlada pela Guarda Municipal de Bom Jardim. Oito homens do Exército ficarão encarregados de fazer a fiscalização permanente das condições do equipamento. A reconstrução da ponte principal, na RJ-116, deve durar cerca de seis meses.

Instalada ponte metálica entre Bom Jardim e Friburgo

A ligação entre os municípios de Bom Jardim e Nova Friburgo já está sendo feita, segundo
informações da Secretaria do Estado de Obras, através de uma ponte metálica, instalada pela Engenharia do Exército.

A ponte possibilita o acesso à RJ-116, que liga Itaboraí a Laje do Muriaé, interrompido desde a destruição da ponte de concreto pela enxurrada do último dia 12 na Região Serrana.
A ponte provisória, de 61 metros de extensão, com capacidade para 60 toneladas, sobre o Rio Grande, liga também o bairro de São Miguel ao centro de Bom Jardim. A ponte tem pista única, e o tráfego está em sistema de “pare e siga”, controlado pelo Exército.

A estrutura metálica veio do município gaúcho de Cachoeira do Sul e foi construída por 90 homens do 3º Batalhão de
Engenharia de Combate do Rio Grande do Sul.

Exército constrói ponte na região serrana do RJ

Exército constrói ponte na região serrana do RJ

Uma ponte provisória foi instalada ontem pelo Exército para restabelecer o tráfego entre o bairro de São Miguel e o centro do município de Bom Jardim (RJ). A ponte possibilitará também o acesso à RJ-116 - que liga Itaboraí a Laje do Muriaé - interrompido desde a destruição da antiga ponte pela enxurrada do último dia 12, na região serrana fluminense.

A ponte provisória de grande extensão de Bom Jardim é a primeira de três que estão sendo instaladas pelo Exército nos municípios atingidos pelas chuvas. As outras duas ficam em Teresópolis e Sumidouro. Caberá à Empresa de Obras Públicas do Estado (Emop), vinculada à Secretaria estadual de Obras, reconstruí-las definitivamente, assim como outras 185 pontes destruídas.

Engenharia do Exército lança ponte em Bom Jardim (RJ)

O Exército Brasileiro continua no apoio aos desabrigados das enchentes na região serrana do Rio de Janeiro e participa, também, da fase de recuperação da mobilidade da população por meios dos trabalhos de lançamento de pontes.
Um Destacamento composto por militares do Batalhão Escola de Engenharia, sediado no Rio de Janeiro (RJ), e do 3º Batalhão de Engenharia de Combate, sediado em Cachoeira do Sul (RS), concluíu o lançamento da Ponte Tipo Compact 200 sobre o Rio Grande, na cidade de Bom Jardim.
Por meio dessa equipagem, montada para suportar até trinta toneladas de carga sobre o seu piso, foi reestabelecida a ligação do município com as demais localidades da região, além de permitir que linhas de ônibus municipais e intermunicipais circulem normalmente na área afetada pelas enchentes. A equipagem permanecerá no local até que as obras de recuperação da ponte, destrída pela enchente, sejam concluídas.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Engenharia do Exército constrói ponte em Bom Jardim


Ponte construída pela Engenharia do Exército é inaugurada em Bom Jardim.

Estrutura metálica liga centro da cidade a pelo menos cinco bairros.Outras pontes estão sendo construídas em Sumidouro e Teresópolis.

Foi inaugurada a ponte metálica construída pela Engenharia do Exército que dará acesso ao centro de Bom Jardim, na Região Serrana do Rio de Janeiro.

A ponte liga o Centro de Bom Jardim a pelo menos outros cinco bairros da cidade. Essa é a primeira a ser reconstruída em Bom Jardim que, entre pontes e passarelas, perdeu dez estruturas importantes depois das chuvas do dia 11 de janeiro.

Segundo a prefeitura da cidade, a nova ponte vai beneficiar moradores dos bairros de São Miguel, Bairro dos Alves, Bom Destino, Jardim Boa Esperança e Bem-te-vi, um dos mais castigados pelo temporal.

De acordo com o Exército, outras duas pontes estão sendo construídas por militares da Engenharia do Exército na região, em Sumidouro e Sebastiana (Teresópolis). A ponte de Bom Jardim servirá a população pelo menos até que a ponte da RJ-116 seja recuperada.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Ponte do Exército provisória será instalada nesta terça na zona rural de Teresópolis

Ponte provisória será instalada nesta terça na zona rural de Teresópolis
24/01/2011 18h35

Os últimos ajustes para a instalação da ponte provisória que vai ligar Teresópolis a zona rural foram definidos nesta segunda-feira durante vista do vice-governador do estado, Luiz Fernando Pezão, e o prefeito Jorge Mario.
A responsabilidade das obras é do Exército e tem previsão de início nesta terça."Estamos trabalhando em conjunto com o Governo do Estado e o Exército para solucionarmos o mais rápido possível a questão desta ponte e de outros acessos no município para possibilitar o trânsito normal nos locais", destaca Jorge Mario.Além do vice-governador e o prefeito da cidade, estiveram presentes em Sebastiana, na zona rural de Teresópolis, o presidente da Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro (EMOP), Ícaro Moreno Jr. e o comandante da Primeira Divisão do Exército, General Ferreira.
Segundo Ícaro Moreno, equipes da prefeitura vão fazer a limpeza da área em torno da ponte e o Exército vai iniciar a instalação da ponte provisória, que deve estar pronta dentro de uma semana. Além disso, o presidente da EMOP informou que a recuperação da ponte danificada também será iniciada, com término daqui a dois meses.

Bases das Forças Armadas para serem empregadas em tragédias de Defesa Civil

Fonte: Forças Armadas têm plano para agilizar ajuda em tragédias
26 de janeiro de 2011 • 17h39 • atualizado às 18h22

As Forças Armadas se preparam para montar ao menos três bases no País para agilizar o atendimento a vítimas de tragédias naturais como a que ocorreu há duas semanas na região serrana do Rio de Janeiro e que deixou mais de 800 pessoas mortas, além de milhares de desabrigados. Segundo uma alta fonte nas Forças Armadas, Marinha, Exército e Aeronáutica precisam melhorar a atuação na resposta a catástrofes.

"Precisamos e queremos ser mais rápidos nessa atuação", disse a fonte militar, que pediu para não ser identificada. "Fizemos uma reavaliação da nossa atuação e vimos onde podemos avançar para sermos mais ágeis", afirmou.

Um ofício com o pedido para a criação dessas unidades de pronto atendimento a tragédias será encaminhado ainda esta semana ao Ministro da Defesa, Nelson Jobim, de acordo com a fonte. "A proposta será formalizada ao ministro e a ideia é termos isso disponível o mais rápido possível para nos prepararmos para outros episódios", disse.

A proposta é que as bases de atendimento emergencial sejam montadas nas regiões Sudeste, Sul e Nordeste, consideradas as mais sujeitas a fenômenos naturais. As unidades de pronto atendimento ficariam baseadas em unidades das Forças Armadas já existentes nessas regiões e teriam à disposição equipamentos, barracas, aeronaves, veículos e materiais usados normalmente no combate a tragédias naturais.

Recentemente, o Ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, defendeu uma atuação mais rápida das Forças Armadas após eventuais tragédias naturais. "Eu entendo que as Forças Armadas podem ter um papel de maior protagonismo na pronta resposta com pontes móveis, hospitais de campanha e equipamentos que possam ser disponibilizados num menor tempo e mitigar a dor e óbitos", disse o ministro na semana passada no Rio de Janeiro.

Ao menos 832 pessoas morreram na tragédia e ainda há mais de 500 desaparecidos, duas semanas depois do temporal que caiu na noite do dia 11 e devastou a região, afetando principalmente Teresópolis, Nova Friburgo e Petrópolis. Segundo a Defesa Civil do Estado, os desabrigados na região serrana chegam a 8.914, enquanto o total de desalojados é de 20.532.

MILITARY BRIDGING OPERATIONS: Priorizando a recuperação do Material de Transposi...

MILITARY BRIDGING OPERATIONS: Priorizando a recuperação do Material de Transposi...: "Acesse: www.books.google .com Digite: Manual do Pontoneiro Outras Consultas: - Pontes Fixas M4T6 - Emprego de Pontes Fixas em Defesa C..."

Priorizando a recuperação do Material de Transposição e Material de Pontes

Acesse: www.books.google .com

Digite: Manual do Pontoneiro

Outras Consultas:

- Pontes Fixas M4T6

- Emprego de Pontes Fixas em Defesa Civil

- Aquisição e Posicionamento Estratégico de Pontes para Emprego em Situações de Defesa Civil

sábado, 22 de janeiro de 2011

Exercito estabelece ligacao provisoria em Bom Jardim


Engenharia do Exercito inicia a construcao de Ponte em Bom Jardim



Material de Ponte Identificado como: Passadeira Flutuante de Aluminio
Fabricacao: US Army
Localizacao: Bom Jardim

Deslocamento de Ponte Compact 200 para o Estado do Rio de Janeiro em apoio a Defesa Civil


Ponte em Defesa Civil no Rio de Janeiro

Se aproximou do Rio de Janeiro em cerca de 430 quilômetros o comboio do exército gaúcho que transporta uma ponte para ser montada na Região Serrana. O grupo saiu de Tubarão, no interior de Santa Catarina, às 6h e desembarcou na capital paranaense, Curitiba, no final desta tarde.

O comboio de 13 militares que se deslocam em cinco veículos — um jipe, três carretas e um caminhão guindaste — seguirá viagem às 5h desta quinta-feira. A chegada para a região serrana do Rio de Janeiro está prevista para sábado.

— No itinerário de hoje, pegamos bastante chuva, mas nada que atrapalhe o deslocamento. A gente tem que ter uma atenção redobrada na estrada — relatou o Capitão Rogério Lanzellotte, do 3º Batalhão de Engenharia de Combate de Cachoeira do Sul (RS), que comanda o comboio.

No exército desde 2005, o soldado André Oliveira Barbosa, de 24 anos, já trabalhou na construção de uma ponte em Pernambuco, após as enxurradas que devastaram o Estado nordestino, e agora vai encarar sua segunda missão no Rio de Janeiro.

— Sabemos que a situação do Rio é de calamidade pública e que vamos encontrar muitas dificuldades, mas nada que possa atrapalhar a nossa missão — projetou o soldado natural de Caçapava do Sul.

Barbosa pretende usar sua experiência para a nova missão: ele trabalha como motorista do guincho e auxilia na montagem da ponte.

— No início minha família ficou triste e com medo porque vamos para uma região de difícil acesso e que sofreu várias tragédias. Mas, como eu já fui em outra missão e deu tudo certo, eles ficaram mais tranquilos — relatou Barbosa.

Nesta quarta-feira, saiu do Rio Grande do Sul a outra parte do comboio, levando dois caminhões com material para acampamento, uma viatura de socorro mecânico — para o caso de algum veículo estragar no deslocamento - mais duas carretas, que transportam outras partes da ponte, além de outro caminhão guindaste.

A previsão é que o grupo chegue no Rio de Janeiro na tarde de sexta-feira. Ao final, a equipe deverá contar com 44 militares.

A ponte que será instalada é uma Compact 200, que tem capacidade de transpor vãos de até 60 metros e suportar 55 toneladas de carga em sua extensão. Após montar a estrutura, os militares retornarão para Cachoeira do Sul, deixando o equipamento sob a responsabilidade do Batalhão-Escola de Engenharia, sediado em Santa Cruz, no Rio de Janeiro.




Ponte Compact 200

"Vamos encontrar muita tristeza, mas estamos preparados", diz militar do RS enviado ao Rio
Grupo de Cachoeira do Sul passará a noite em Tubarão (SC) antes de seguir para Região Serrana

A primeira parte do comboio do exército gaúcho, que transporta uma ponte para ser montada no Rio de Janeiro, chegou em Tubarão. O grupo passará a noite na cidade catarinense e seguirá viagem a partir das 6h da manhã desta quarta-feira.

— Estamos todos muito bem alojados aqui no Quartel de Tubarão. Prepararam tudo aqui para nossa chegada. O grupo já jantou e vai descansar para seguir viagem — disse o soldado Felipe Keifer Barreto, de 25 anos.

"Vamos encontrar muita tristeza, mas estamos preparados. O pessoal está bastante motivado. E contamos com a experiência de já termos trabalhado na construção de uma ponte em Pernambuco e nos deslizamentos em Santa Catarina"

O clima entre os militares do RS que seguem para o Rio é de motivação e expectativa. Enquanto lembra da família, o soldado Barreto projeta o cenário que encontrará no Rio.

— A saudade da família é grande, claro, mas têm muitas coisas que nós vamos fazer lá que com certeza compensa isso. Famílias que estão em situação muito pior do que a nossa e precisam de ajuda. Sabemos que existe a chance de encontrarmos dificuldade de acesso ou problemas com o mau tempo, mas temos uma missão e iremos cumprir — relatou Barreto.

Nesta equipe, 13 militares viajam em cinco veículos: um jipe, três carretas e um caminhão guindaste.

Na quarta-feira deverá sair do Rio Grande do Sul a outra parte do comboio, levando dois caminhões com material para acampamento, uma viatura de socorro mecânico — para o caso de algum veículo estragar no deslocamento — mais duas carretas, que transportam outras partes da ponte, além de outro caminhão guindaste.

— A nossa missão é chegar no Rio e montar essa ponte. Três oficiais já foram de avião e farão contato com o pessoal da engenharia do Rio para sabermos o local exato na Região Serrana. Nós viajamos em dois comboios menores para facilitar o deslocamento pelas estradas. Mas a logística está toda preparada até mesmo para o caso de ocorrerem transtornos — explicou o Capitão Rogério Lanzellotte, do 3º Batalhão de Engenharia de Combate de Cachoeira do Sul (RS), que comanda o comboio.

Durante a noite desta terça-feira, os militares deverão abastecer as viaturas e repor a energia antes de seguir a missão.

— São veículos pesados e muitos trechos em obras na rodovia. A velocidade média no deslocamento é de 50km/h. E além dos demais equipamentos que sairão na quarta-feira, teremos mais um ônibus que irá trazer os outros militares integrantes da equipe — concluiu o capitão Lanzellotte.

A previsão é que o grupo chegue no Rio de Janeiro na tarde de sexta-feira. Ao final, a equipe deverá contar com 44 militares.

A ponte que será instalada é uma Compact 200, que tem capacidade de transpor vãos de até 60 metros e suportar 55 toneladas de carga em sua extensão.

Após montar a estrutura, os militares retornarão para Cachoeira do Sul, deixando o equipamento sob a responsabilidade do Batalhão-Escola de Engenharia, sediado em Santa Cruz, no Rio de Janeiro

Ponte do Exercito em Bom Jardim

Militares do RS devem começar a montar ponte entre Nova Friburgo e Bom Jardim no sábado
"Ponte é fundamental para o trabalho de resgate. Vai ajudar milhares de pessoas", diz relações públicas do Exército

A ponte Compact 200, que está sendo levada em um comboio do Rio Grande do Sul ao Rio de Janeiro, deve começar ser montada entre Nova Friburgo e Bom Jardim, neste sábado. A previsão é do relações públicas do Exército, major Rovian Alexandre Janjar, que diz que o local está definido, mas o início do trabalho depende ainda das condições climáticas.

Segundo ele, foi feito um reconhecimento da estrada que dá acesso aos dois municípios da região serrana do Rio, atingida por fortes chuvas e avalanches de terra na semana passada. Janjar comentou a importância da instalação da ponte móvel, que deve estar liberada para o tráfego até quarta-feira.

— A ponte é fundamental para o trabalho de resgate. Vai ajudar milhares de pessoas. Será a ligação terrestre para a retirada de desabrigados e desalojados, atendimento comunitário para a população carente, além de escoamento da produção rural, que é muito grande na região — explicou o major.

— Nossa ideia é iniciar a montagem já no sábado, se o clima permitir — completou ele.

O capitão Rogério Lanzellotte, do 3º Batalhão de Engenharia de Combate de Cachoeira do Sul (RS), que comanda o comboio, diz que o grupo já percorreu mais de 1,2 mil quilômetros. Nesta manhã, os militares deixaram Curitiba (PR) e seguiram para São Paulo, onde param em Osasco para almoço e reabastecimento dos veículos. A viagem segue para Pindamonhangaba, onde a equipe vai jantar e passar a noite.

De acordo com ele, o deslocamento exige cuidado por causa da chuva, mas é feito com tranquilidade. O comboio é formado por 13 militares em cinco veículos — um jipe, três carretas e um caminhão guindaste.

— Estamos pegando um pouco de chuva no caminho. A pista molhada requer atenção e cuidado para chegarmos em segurança no nosso destino. Por enquanto, não tivemos problemas.

Nesta quarta-feira, saiu do Rio Grande do Sul a outra parte do comboio, levando dois caminhões com material para acampamento, uma viatura de socorro mecânico — para o caso de algum veículo estragar no deslocamento — mais duas carretas, que transportam outras partes da ponte, além de outro caminhão guindaste. A previsão é que o grupo chegue no Rio de Janeiro na tarde de sexta-feira. Ao final, a equipe deverá contar com 44 militares.

A ponte que será instalada tem capacidade de transpor vãos de até 60 metros e suportar 55 toneladas de carga em sua extensão (o que corresponde a uma carreta lotada). Após montar a estrutura, os militares retornarão para Cachoeira do Sul, deixando o equipamento sob a responsabilidade do Batalhão-Escola de Engenharia, sediado em Santa Cruz, no Rio.

Ponte Compact 200 sera montada no Estado do Rio de Janeiro pela Engenharia do Exercito

Começamos com o pé direito", avalia militar do RS enviado para construir ponte no Rio
Grupo chegou em Bom Jardim na noite desta sexta-feira e no sábado deve fazer o reconhecimento do território

A primeira parte do grupo de militares que saiu do Rio Grande do Sul para montar uma ponte no Rio de Janeiro chegou na noite desta sexta-feira na cidade de Bom Jardim, que fica ao norte de Nova Friburgo. O relato do comandante do comboio, que partiu de Cachoeira do Sul, indica que a missão começou com o pé direito.

— Não tivemos nenhum problema nessa primeira parte, que foi o deslocamento. É uma grande distância que foi percorrida com veículos pesados. Realmente é uma sorte não termos enfrentado nenhum problema na vinda. Começamos com o pé direito — relatou o Capitão Rogério Lanzellotte, do 3º Batalhão de Engenharia de Combate de Cachoeira do Sul.

Reconhecimento do território

A ponte Compact 200, que foi transportada para o Rio de Janeiro, será instalada em um rio que corta a cidade de Bom Jardim. Como os militares chegaram à noite, ainda não tiveram uma visão precisa do local onde irão trabalhar.

— Passaremos a noite em um ginásio. Amanhã (sábado) de noite o resto do grupo deve estar chegando, totalizando os nossos 44 militares destacados para essa missão — disse Lanzellotte.

Rastro de destruição

No caminho que percorreu até chegar em Bom Jardim, o grupo de militares do RS passou por municípios cariocas devastados pelo mau tempo.

— Por aqui (Bom Jardim) ainda não vimos muita coisa. Mas no caminho passamos por cidades destruídas. Deslizamentos de encostas, rios que varreram moradias. Mas também percebemos a mobilização para aos poucos as coisas voltarem ao normal — relatou o capitão.

Sábado de muito trabalho

Acordar por volta das 6h da manhã e "colocar a mão na massa". É o que prevê o comandante do comboio de militares gaúchos no Rio. A construção da ponte em si ainda deve levar mais um dia para ser iniciada, mas os preparativos prometem dar bastante trabalho.

— Temos que começar isso o mais rápido possível. Claro que esse início depende de nós avaliarmos a situação com a luz do dia. Ter uma ideia das condições climáticas também é importante, além de fazer bem o reconhecimento da área de trabalho. — concluiu o capitão Lanzellotti.

O relações públicas do Exército, major Rovian Alexandre Janjar, avalia que ponte é fundamental para o trabalho de resgate.

— Vai ajudar milhares de pessoas. Será a ligação terrestre para a retirada de desabrigados e desalojados, atendimento comunitário para a população carente, além de escoamento da produção rural, que é muito grande na região — explicou o major.

O comboio de militares partiu do 3º Batalhão de Engenharia de Combate de Cachoeira do Sul, na quarta-feira, levando caminhões com material para acampamento, viatura de socorro mecânico, carretas, que transportam partes da ponte, e caminhões guindaste.

A ponte que será instalada tem capacidade de transpor vãos de até 60 metros e suportar 55 toneladas de carga em sua extensão (o que corresponde a uma carreta lotada).

Após montar a estrutura, os militares retornarão para Cachoeira do Sul, deixando o equipamento sob a responsabilidade do Batalhão-Escola de Engenharia, sediado em Santa Cruz, no Rio.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Engenharia do Exército começa a erguer pontes provisórias no Rio de Janeiro


Exército começa a erguer pontes provisórias
Tue, 18 Jan 2011 07:43:22 -0200

Missão reforça desejo da presidente Dilma de ver as Forças Armadas atuando na linha de frente das ações no RioBruno Tavares e Tânia Monteiro - O Estado de S.Paulo
O Exército começa ainda nesta semana a instalar pontes provisórias para tentar restabelecer os acessos às localidades da região serrana do Rio que ficaram isoladas após as chuvas da semana passada. O município de Bom Jardim, a nordeste de Nova Friburgo, será o primeiro a receber essas estruturas.A missão vai ao encontro do desejo da presidente Dilma Rousseff de ver as Forças Armadas atuando na linha de frente das ações no Rio, a exemplo do que ocorreu no Morro do Alemão, em novembro. Preocupada com a desarticulação entre os órgãos do governo, Dilma quer um "maior protagonismo" dos militares, pois conhece a capacidade de organização deles.As tropas já dispõem de 100 metros de pontes tubulares. Mas depois de sobrevoar a região e conversar com os prefeitos das cidades devastadas, o Exército avaliou que as necessidades eram maiores do que se imaginava e decidiu trazer mais 60 metros de pontes.A estrutura que será montada em Bom Jardim vai levar de 3 a 4 dias para ser trazida de Cachoeira do Sul (RS) para a serra fluminense. O tempo de instalação varia de 2 a 4 dias, dependendo das condições do clima e do solo.Projetadas para cenários de combates, essas estruturas servem tanto para a travessia de pedestres quanto de veículos - suportam até o peso de caminhões carregados de mantimentos.A grande vantagem das pontes tubulares é o tempo de instalação. Enquanto uma ponte de alvenaria leva vários dias para ficar pronta, por causa do tempo de secagem do concreto, as estruturas de metal são erguidas em no máximo quatro dias.Embora os homens do Exército já tenham ido a campo para avaliar as necessidades de cada um dos municípios, é o governo do Rio que vai definir as ações prioritárias. "Como todos os municípios fizeram solicitações ao Exército, o governo ficou de definir quais as situações mais urgentes", explicou o major Rovian Alexandre Janjar. Por enquanto, as Forças Armadas estão atuando na região serrana em apoio às iniciativas do governo. Os militares só passarão a comandar a operação se Dilma determinar, o que ainda não ocorreu.O maior desafio dos militares para erguer as pontes será lidar com a instabilidade do terreno. Os deslizamentos e as enchentes provocaram erosões nas margens dos rios e, além disso, o solo está encharcado.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Emprego de Pontes pela Engenharia do Exercito Brasileiro em Situacoes de Defesa Civil

O emprego recente de uma Ponte Logistic Support Bridge, pela 23 Companhia de Engenharia de Combate, de Ipameri, no estado de Goias demonstra que o trabalho intitulado Emprego de Pontes pelo Exercito em Situacos de Defesa Civil nao foi em vao (disponivel no www.books.google.com).