quinta-feira, 16 de julho de 2009

Ponte - Newry, Maine, Estados Unidos


MLF - Moyen léger de franchissement - França

MLF (Moyen léger de franchissement)

Le groupe ou la section de MLF permet aux formations de combat du génie, lors d'opérations comportant la traversée de cours d'eau, soit d'aider au franchissement autonome des unités toutes armes, soit d'assurer leur propre franchissement par moyens discontinus ou continus.Le MLF est aussi utilisé en tant que matériel d'appoint d'aide à la population.

DESCRIPTION SOMMAIRE
Le moyen léger de franchissement se compose de supports flottants sous la forme de bateaux, d'éléments de tablier, de platelage et de guide roues constituant le chemin de roulement ainsi que de propulseurs 40 CV bras long.

CARACTÉRISTIQUES NUMÉRIQUES
Longueur : 13,55 m.
Largeur : 2,4 m.
Vitesse maximale : 80 km/h.
Rayon de braquage : 10 m.
Hauteur : 3,23 m.
Masse : 13,66 t.
Autonomie (nourrices) : 660 km.

PERFORMANCE
Il est possible de réaliser les ponts suivants :
pont léger : 85 m.
pont normal : 71,24 m.
pont renforcé : 64,36 m.
pont lourd : 60,92 m.
Ils ont les caractéristiques suivantes :
débit : environ 150 véhicules/heure.
délai de construction : 1compagnie de combat du génie construit 1 pont (64 m de pont léger 4/4, 50 m de pont normal 4/3 ou 43 m de pont renforcé 3/2) en 2h30.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Royal Engineers - Reino Unido

1 (UK) Armoured Division - HQ RE 1 (UK) Armoured Division

21 Engineer Regiment - (4 Armoured Brigade) - To relocate to the UK in late 2008 to become part of 4 Mechanised Brigade.
32 Engineer Regiment - (7 Armoured Brigade)
35 Engineer Regiment - (20 Armoured Brigade)
28 Engineer Regiment - (1 (UK) Armoured Division)


3 (UK) Division - HQ RE 3 (UK) Division

22 Engineer Regiment - (1 Mechanised Brigade)
26 Engineer Regiment - (12 Mechanised Brigade)
38 Engineer Regiment - (19 Light Brigade)
36 Engineer Regiment - (3 (UK) Division)


Regional Forces

Royal Monmouthshire Royal Engineer (Militia) - (160 (Wales) Brigade)
71 Engineer Regiment (Volunteers) - (51 Scottish Brigade)
72 Engineer Regiment (Volunteers) - (15 (North East) Brigade)
73 Engineer Regiment (Volunteers) - (49 (East) Brigade)
75 Engineer Regiment (Volunteers) - (42 (North West) Brigade)
591 Independent Field Squadron (Volunteers) - (38 (Irish) Brigade)


16 (Air Assault) Brigade

23 Engineer Regiment (Air Assault)
61 Field Support Squadron (Air Assault)


Chief Joint Operations (CJO)

62 (Cyprus) Support Squadron RE


Joint Aeronautical & Geospacial Organisation (JAGO)

42 Engineer Regiment (Geographic)
135 Independent (Geographic) Squadron


Support from Specialist Royal Engineer units Thearte Troops - HQ 8 Force Engineer Brigade

The following Royal Engineer units provide specialist support to the Army and other organisations, including government.


170 (Infrastructure Support) Engineer Group

530 Specialist Team Royal Engineers (Materials)
62 Works Group Royal Engineers
63 Works Group Royal Engineers
64 Works Group Royal Engineers
65 Works Group Royal Engineers


29 (Land Support) Engineer Group

33 Engineer Regiment (Explosive Ordnance Disposal)
101 Engineer Regiment (Explosive Ordnance Disposal) (Volunteers)
Joint CIMIC Group (contains Royal Engineers elements)


12 (Air Support) Engineer Group

25 Engineer Regiment (Air Support)
39 Engineer Regiment (Air Support)
529 Specialist Team Royal Engineers (Air Support)

Amphibious Engineer - Reino Unido

The M3 can be driven into a river and used as a ferry or linked to make a bridge strong enough to support the Challenger 2 tank.
Using this fast and reliable crossing allows commanders on the ground to gain and maintain momentum on the battlefield.
The Amphibious Engineer is responsible for providing a vital role in supporting the British Army on exercises and operations through the operation of the specialist bridging equipment called the M3 Amphibious vehicle.

The Skills:
There are four Amphibious Engineer roles:
Crewman.
Driver.
Pilot.
Commander.

Each role has its own unique set of skills and responsibilities. As a Crewman, you will learn all the basic drills, skills and functions of the M3, while the Driver will gain a category C driving licence before undertaking extra training allowing them to manage such a large piece of equipment. The Pilot will master the controls of the vehicle when on the water, and the Commander combines all these skills plus detailed bridge and ferry site reconnaissance, M3 configuration and task planning.

PionierBataillon 11


PMP - A verdadeira Ribbon Bridge (Rússia)

Keine Atempause ! Die nicht benötigten Pontonfahrzeuge unterwegs zum nächsten Brückenschlag.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Caiaque Militar


6º BECmb - Instrução de Pontagem

São Gabriel (RS) - No período de 15 e 16 de junho, o Batalhão Jośe Carlos de Carvalho realizou duas jornadas em campanha com os seguintes objetivos: proporcionar oportunidade aos militares da administração da Unidade, reciclar conhecimentos sobre pontagem e técnicas especiais, visando os melhores padrões de desempenho entre os integrantes da OM e permitir avaliar o nível de instrução e seus quadros.

3º BECmb demonstra Operação de Transposição

Cachoeira do Sul (RS) - No dia 30 de junho, o Batalhão recebeu o 2º Turno do Curso de Engenharia da Escola de Aperfeiçoamento de Sargentos das Armas para a realização do Pedido de Cooperação de Instrução (PCI). Na oportunidade, os sargentos-alunos puderam assistir a demonstração de uma Operação de Transposição de Curso D'água, com ênfase na parte técnica de Engenharia.

Technische Kompanie Pionierbataillon 3.


Pioneer Batalhão 3 (Áustria)

Truppenbesuch beim Pionierbataillon 3 Melk. Besuchten SchülerInnen und Lehrer der Kooperativen Mittel- und Hauptschule der Stadt Wien das Pionierbataillon 3 in Melk. Wie beim Besuch in Zwölfaxing handelte es sich um Gewinner des Preisausschreibens anlässlich des Nationalfeiertages 2007. Die rund 40 Teilnehmer erwartete ein umfangreiches Besichtigungsprogramm.

Visitando tropas no Pioneer Batalhão 3 Melk. Alunos e professores visitaram a Cooperativa Central e Hauptschule der Stadt Wien, o Batalhão Pioneer 3 em Melk. Tal como acontece com a visita ao Zwölfaxing foram premiados por ocasião do Dia Nacional 2007. Os cerca de 40 participantes esperados de uma extensa turnê programa.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Caiaque SB Commando MKVI


O “SB Commando MKVI” é um caiaque dobrável de dois lugares, cujos os 2 componentes principais são o seu esqueleto e a sua cobertura de lona. O esqueleto é composto de duas partes principais pré-montadas (frente e traseira) e um número limitado de componentes que completam a montagem. Isto permite que uma equipe de dois homens trabalhem separadamente na montagem das duas partes e apenas se reúnam para a montagem final do equipamento. Os procedimentos de montagem são considerados fáceis e não exigem grandes esforços para montar o caiaque. Tempo de montagem: 10 minutos.

O esqueleto é de madeira e compensado de bétula e envernizado.As junções são feitas em aço inoxidável 316L não magnético. A cobertura de lona é feita de um tecido de “hypalon rubber coated 1670 DTEX polyester” preto para o fundo e as laterais e a parte superior apresenta tecido “PVC coated 550 DTEX polyester” verde OTAN anti-reflexo. O fundo interno do caiaque é protegido por uma camada de 4mm de neoprene.

DIMENSÕES DO CAIAQUE MONTADO:

comprimento: 5,40 m
largura máxima (com flutuadores inflados): 0,90 m
largura máxima (com flutuadores desinflados): 0,74 m
altura: 0,42 m - peso: 40 kg
peso com os acessórios padrões: 55 kg

DIMENSÕES DO CAIAQUE DESMONTADO:
Duas sacolas (mochilas):
1 para o esqueleto:
Comprimento = 0,90 m
Largura = 0,50 m
Espessura = 0,40 m
Peso = 20 kg
1 para a cobertura de lona e acessórios:
Comprimento = 1,45 m
Largura = 0,40 m
Espessura = 0,30 m
- Peso = 17 kg

Numero de identificação OTAN: 1940 14 536 5601

1º Curso de Operações de Resgate no Mar

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio Grande do Norte juntamente com o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de São Paulo e a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (SOBRASA), realizaram o 1º Curso de Operações de Resgate no Mar com a utilização de Bote Inflável de Salvamento (BIS), para 47 (quarenta e sete) Guarda-Vidas dos Estados do Rio Grande do Norte, da Paraíba, do Pará, da Bahia.


O presente curso tem como objetivo principal, a capacitação dos participantes, nas técnicas de prevenção e salvamento no mar com a utilização de botes infláveis. Os instrutores do curso são, o Cap Smicelato, e o Cb Patrick, ambos pertencentes ao Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado São Paulo e membros da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático.

Corpo de Bombeiros de Mauá terá botes infláveis

A prefeitura de Mauá abriu um processo de licitação para aquisição de dois botes infláveis. Os equipamentos foram requisitados pelo Corpo de Bombeiros da cidade. A corporação, subordinada ao governo estadual por meio da Polícia Militar, é financiada pela administração do município.

PRF apreende cocaína negra em bote inflável na BR-262

Durante fiscalização na BR-262, a PRF (Polícia Rodoviária Federal) fiscalizou um ônibus de linha intermunicipal, que vinha de Corumbá para Campo Grande e apreendeu 16,5 quilos de cocaína que estavam misturadas a uma massa negra, escondida dentro de um bote inflável. A auxiliar de enfermagem Deize Ferreira da Silva, 42 anos, residente em Cuiabá (MT), estava transportando a carga e em contato com os policiais, disse que receberia R$ 2 mil reais para levar e encomenda a um esportista na África do Sul, mas sequer imaginou que no interior do bote havia cocaína.
Após as explicações de Deize, os policiais rodoviários federais vistoriaram o bote e desconfiaram de uma camada negra e mole, parecida com uma massa plástica, passando o reagente (narcoteste) que nada acusou. Não satisfeitos com a situação, os policiais cortaram um pedaço da camada negra e submeteram ao aquecimento, até passar para o estado líquido e realizaram, novamente o teste, que tomou a cor azulada, característica da presença de cocaína.A passageira e o bote inteiro foram encaminhados para a sede da Superintendência de Polícia Federal em Campo Grande, onde o material será submetido a exames periciais e químicos, até que seja extraída a quantidade de droga impregnada na substância.

domingo, 12 de julho de 2009

7º BECmb apóia Semana do Meio Ambiente

O 7º BECmb apoiou o IX Mutirão de Limpeza e Educação Ambiental do Rio Potengi. A Unidade participou da limpeza das margens do rio Potengi, disponibilizando 03 pontões e 01 bote pneumático para o transporte de alunos e voluntários desse evento de conscientização ambiental.

Pracinhas do 3º BECmb

2ª GUERRA MUNDIAL

Em 1944, 93 (noventa e três) integrantes do 3º BECmb incorporaram-se à FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA e cobriram-se de glórias nos campos de batalha da ITÁLIA. Para relembrar aquela epopéia, durante as comemorações do aniversário do 2º BATALHÃO DE PONTONEIROS, foi inaugurada uma placa dedicada aos heróis da FEB que pertenciam ao Batalhão. A referida placa encontra-se ilustrada no obelisco situado na entrada do Estádio da OM.

3º BECmb recebeu alunos na ESA

O 3º Batalhão de Engenharia de Combate recebeu uma comitiva do curso de Engenharia da Escola de Sargentos das Armas (EsSA), constituída por 16 instrutores e monitores e 103 alunos para um estágio de Instrução.

O estágio teve por objetivos capacitar os alunos a empregar as técnicas de construção e operação dos materiais de pontagem existentes no 3º BECmb e promover a integração entre militares do curso de Engenharia da EsSA, em Três Corações (MG) com os da unidade cachoeirense.

Os alunos que concluírem o curso com aproveitamento serão habilitados à graduação de terceiro-sargento do Exército, podendo serem designados para servirem em diversas organizações militares do Brasi, inclusive no 3º BECmb.

3º BECmb apóia vacinação em Cachoeira do Sul

A Campanha Nacional de Vacinação Contra Poliomielite terá um reforço especial em Cachoeira do Sul. Além dos cerca de 120 postos na zona urbana e rural, a população ribeirinha também será vacinada por iniciativa do Rotary Clube Zona Alta, que percorrerá o Rio Jacuí levando vacinas em quatro botes, das 9h 30min até as 13h30min.


O coordenador da ação, rotariano Antônio Kipper, ressalta que os botes foram cedidos pelo 3º Batalhão de Engenharia de Combate (BECmb). Cada um navegará com dois técnicos da Secretaria Municipal de Saúde, responsáveis por aplicar as vacinas, dois militares e dois rotarianos. O ponto de partida será próximo à Ponte do Fandango. A equipe passará por áreas como Passo do Seringa, Passo do São Lourenço e Capão Grande até as proximidades do município de Agudo, que também é banhado pelo Rio Jacuí.

6º BECmb recebe ESAO


O 6º Batalhão de Engenharia de Combate (6º BE Cmb) recebeu a visita dos alunos do Curso de Engenharia da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO). Esta visita teve como finalidade cooperar com o Curso de Engenharia (C Eng) da EsAO para o aperfeiçoamento do Capitão e possibilitar aos Oficiais do curso conhecer o Batalhão e a cidade.

6º BECmb recebe CPOR/PA

O 6º Batalhão de Engenharia de Combate (6º BE Cmb) recebeu a visita de supervisão do Estágio de Instrução e Preparação para Oficial Temporário. Esta visita teve como finalidade estimular a troca de experiência entre o Centro Preparatório de Oficiais da Reserva de Porto Alegre (CPOR/PA) e as Organizações Militares (OM) condutoras do Estágio de Instrução e Preparação para Oficial Temporário (EIPOT), além de verificar se os objetivos gerais e parciais estão sendo atingidos e estreitar os laços de camaradagem entre os integrantes das OM responsáveis pela condução do estágio e os integrantes do CPOR/PA.

12º BECmb Bld recebe alunos da ESA

O 12º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado (12º B E Cmb Bld) recebeu a visita do Curso de Formação de Sargentos de Engenharia da Escola de Sargentos das Armas (ESA), Três Corações/MG. A visita teve por finalidade transmitir conhecimentos de Engenharia Blindada aos futuros sargentos de carreira, da Arma de Engenharia do Exército Brasileiro, além de estreitar os laços de camaradagem entre o Batalhão Marechal Enéas Galvão e a Escola de Sargentos das Armas. A comitiva foi composta de 120 militares, entre instrutores e alunos, que pernoitaram no Batalhão, participaram de formatura geral da Organização Militar, assistiram a um lançamento da portada Krupp, e visitaram empresas do município.

sábado, 11 de julho de 2009

Navegação a remo dos cadetes da Marinha Portuguesa

Os cadetes da Marinha Portuguesa embarcaram por equipas nos botes pneumáticos disponibilizados pelo Corpo de Fuzileiros. Durante o exercício os cadetes desenvolveram e treinaram capacidades de liderança, sentido de camaradagem, espírito de corpo, coragem física e moral, suplantando de forma sucessiva e continuada as dificuldades que uma operação desta natureza sempre acarreta, cimentando, deste modo, as qualidades de chefia, de liderança e tenacidade que tão importantes são no desenvolvimento da carreira e acção permanente de um oficial da Marinha. Cerca de quatro horas depois da partida chegou a equipa mais eficiente, cadetes do 4º ano, que tiveram o privilégio de varar o primeiro bote em Pomarão. A segurança do exercício foi mantida por uma equipa de Mergulhadores da Armada e embarcações da Capitania de Vila Real de S. António, no âmbito da Direcção Geral de Autoridade Marítima.

O exercício decorreu sob o comando do Capitão-de-mar-e-guerra Machado da Silva, comandante do Corpo de Alunos, coadjuvado pelo Primeiro-tenente Pereira de Castro. Este exercício de descida do rio Guadiana envolveu cerca de 143 alunos da Escola Naval, entre cadetes do 2º, 3º e 4º anos e alunos do Ensino Superior Politecnico, tendo proporcionado a prática dos conhecimentos adquiridos durante as instruções de formação marinheira, de comportamento organizacional, organização e instrução militar.

O total de participantes no evento rondou as 200 pessoas, entre cadetes, alunos convidados e organização. O evento contou com o apoio do Comando do Corpo de Fuzileiros, através da Unidade de Meios de Desembarque, o Comando de Zona Marítima do Sul, a Capitania de Vila Real de S. António, a Direcção de Transportes e o Destacamento de Mergulhadores Sapadores, salientando-se ainda a Câmara Municipal de Castro Verde que além do programa cultural disponibilizou o espaço para a base de apoio logístico.

Companhia de Engenharia no Haiti realiza transporte de urnas

A Companhia de Engenharia no Haiti, por intermédio da Equipe de Botes Pneumáticos, composta de 08 (oito) militares, realizou o transporte de urnas de votação a 05 (cinco) seções eleitorais localizadas na Ilha de La Gonâve, 50 (cinquenta) quilômetros de Porto Príncipe, e uma seção na cidade de Grand Boucan, 150 Km da capital, empregando 04 (quatro) botes pneumáticos, em conjunto com embarcações da Marinha Uruguaia.

4º BECmb apóia evento da UNIFEI

Alunos, professores e servidores, totalizando 22 pessoas, do curso de Engenharia Hídrica, da Universidade Federal de Itajubá-UNIFEI participaram da 7a. Barqueata Ecológica de Olegário Maciel, que percorreu o Rio Sapucaí, no trecho entre o município de Piranguinho e do distrito de Olegário Maciel. Destaque para a grande presença de alunos do 1o ano do curso, que contribuíram para a divulgação da Engenharia Hídrica da UNIFEI durante o percurso.

No trajeto de cerca de 27 km, os calouros da Hídrica tiveram um primeiro contato com vários elementos que serão objetos de estudos ao longo do curso, a exemplo dos meandros, planícies de inundação, processos erosivos de calha, depósitos sedimentares, bem como as ações antrópicas sofridas pelo rio (despejo de efluentes, remoção de vegetação ciliar, etc). Houve ainda o plantio de mudas de árvores nativas da região durante a barqueata e, por fim, a realização de um churrasco de confraternização entre os participantes.

O 4o. Batalhão de Engenharia de Combate "Pontoneiros da Mantiqueira" apoiou o evento, tanto na logística como em material (barcos, equipamentos de segurança e Arrais), viabilizando a participação dos alunos.

Bote Pneumático Comando VI


Sistemas de Transposição de Vãos (Rússia)


sexta-feira, 10 de julho de 2009

The 362nd Engineer Company Multi-Role Bridge (Estados Unidos)

362d Engineer Company History

The 362nd Engineer Company (Light Engineer) originally started out as the 628th Engineer Company (LE). It was organized on 25 February 1943 and assigned to AIII Corps. The 628th was activated at Plattsburg Barracks, New York and was recognized under a new TO&E in March 1943. On 6 September 1943 the company was temporarily transferred from Plattsburg Barracks, New York to Elkins, Virginia. The company remained there until another temporary transfer moved it from Elkins, Virginia on 21 December 1943 to Fort Dix, New Jersey. It then transferred from Fort Dix to New York PO (Staging at Camp Kilmer, New Jersey) enroute to permanent assignment in the European Theater of Operations. The company arrived in England on 13 February 1945 and remained there until 9 August 1945. In England they were again reorganized under a new TO&E. The unit was then transferred from England to a port in the United States for further movement to Fort Benning, Georgia. Upon arrival at Fort Benning, on 24 August 1945, the unit was assigned to Army Ground Forces, Second Army. On 3 October 1945, the company was relieved from its assignment to the Second Army and assigned to the First Army. The 628th Engineer Company (LE) was deactivated as of 15 November 1945.

The unit was redesignated the 362nd Engineer Company (LE) effective 16 July 1948 and allotted to the Organized Reserve and assigned to the Third Army and activated at Gainesville, Florida. Effective 3 November 1948 the 362nd Engineer Company (LE) was redesignated the 362nd Engineer Company (Heavy Equipment) and reorganized under a new TO&E for heavy equipment companies. Again on 1951 the unit was reorganized under a new TO&E. On 23 June 1953 the unit was deactivated. On 11 June 1954 the 362nd Engineer Company (HE) was redesignated the 362 Engineer Company. At that time it was withdrawn from the Army reserves and allotted the Regular Army.

It was activated as a Heavy Equipment Company at Fort Knox, Kentucky. Effective 22 November 1956 the 362nd Engineer Company was reactivated as a Light Equipment Company at Fort Lee, Virginia and assigned to the Second Army. The 362nd Engineer Company remained at Fort Lee until it departed for Qui Nhon, republic of Viet Nam on 17 August 1956. Having gone through so much the 362nd Engineer Company was awarded the Lineage and Honors by order of the Secretary of the Army.

Humor

"Diga, Tenente, onde você aprendeu a construir a ponte de barcos?"



Aquisição e Posicionamento Estratégico de Pontes para Emprego em Situações de Defesa Civil (por Paulo Cesar de Paoli)

Catástrofes, enchentes, desastres, tempestades não escolhem local e hora para acontecer. São calamidades públicas e situações de emergência onde e quando o Governo Federal tem obrigação de intervir por intermédio de seus órgãos. Nestes momentos é quase que inevitável a queda de pontes. Neste caso, as rodovias ficam interditadas, ocorre o desabastecimento das cidades e a população fica aguardando a assistência do Estado.

Nestes momentos, a larga experiência da Engenharia do Exército Brasileiro demonstra a necessidade da aquisição de pontes e sistemas de pontes que possam suprir a grande demanda do País, em situações de Defesa Civil.
...”Uma das rodovias mais importantes do Maranhão, a BR 316, está interditada entre os municípios de Peritoró e Alto Alegre do Maranhão. O problema é no quilômetro 415. Uma ponte caiu no final de semana,”...
.(http://www.oglobo.com/, publicado em 27 de abril de 2009, às 14h26m)

O Exército Brasileiro já possui uma longa tradição em socorrer e atender as vítimas e populações em situações de quedas de ponte. As unidades de Engenharia de Combate possuem o material mais adequado para este fim. Porém, a grande maioria do material em condições de emprego está localizado em unidades militares localizadas no sul do Brasil. As pontes metálicas existentes em algumas organizações de Engenharia do Exército são do tipo Bailey, de fabricação norte-americana, inglesa e nacional. Sua capacidade fica reduzida ao aumentar-se o tamanho do vão da ponte.

Somente o 3º Batalhão de Engenharia de Combate, em Cachoeira do Sul, Rio Grande do Sul é dotado com o material da Equipagem de Ponte Compact 200, de maior comprimento e capacidade. A não existência de pontes de emergência em grande parte do território nacional dificulta, tarda e onera o apoio.

...”O Ministro da Defesa, Nelson Jobim, determinou o envio imediato de uma ponte móvel do Exército para religar o trecho da BR 316 no Maranhão, interrompido há 15 dias”...
...”A ponte encontra-se no Rio Grande do Sul. O transporte será iniciado dentro de alguns dias,”...
...”A ponte vai reforçar a atuação do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (DNIT) para recuperar a estrada”...
(http://www.netmarinha.uol.com.br/, acessado em 7 de maio de 2009)

As atuais necessidades do DNIT podem ser solucionadas com a aquisição de pontes e sistemas de pontes pelo Governo Federal. As pontes adquiridas seriam distribuídas a organizações militares de Engenharia do Exército Brasileiro e estrategicamente posicionadas nas cinco regiões do Brasil. Todo o material para o seu transporte, manutenção, equipamentos e instalações para a tropa que executassem a sua operação seriam adquiridos com recursos do Governo Federal. A unidade militar ficaria responsável pela sua operação em situações de emergência de Defesa Civil.

Para decisão dos equipamentos a serem adquiridos deve-se levar em consideração: a largura do vão, a capacidade da ponte, o efetivo necessário a sua operação, o tempo necessário para o seu emprego e o tempo de construção da ponte.

Desta conclusão teremos duas situações distintas:

- 1º Caso: Pontes para vãos considerados grandes, de até 60 metros, com capacidade da ponte elevada (Classe Militar), com efetivo de operação próximo de quarenta militares (efetivo de um Pelotão de Engenharia de Combate), tempo de construção de aproximadamente 10 horas de luz e tempo de emprego de até quatro dias. Solução indicada: emprego de pontes metálicas de painéis do tipo Compact 200 (Mabey & Johnson) ou Logistic Support Bridge (LSB) (Mabey & Johnson).

- 2º Caso: Para vãos considerados médios, de até 40 metros, com capacidade da ponte elevada (Classe Militar 70), com o efetivo de operação próximo de dez militares (efetivo de um Grupo de Engenharia de Combate), tempo de construção de aproximadamente uma hora e tempo de emprego de até um dia. Solução indicada: emprego de pontes rápidas do tipo Sistema de Ponte Dobrável Dornier (EuroBridge) ou similares.